Quem deixa Deus ser Deus vê melhor...

"Quando deixamos Deus tomar o seu lugar de Deus em nossas vidas nossos olhos espirituais se abrem para contemplar as maravilhas do seu poder!"

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Harmonia sexual entre o casal

Se tirarmos o amor, o sexo se transforma em mera prostituição    

O bom relacionamento sexual na vida do casal é de fundamental importância para a sua harmonia. A primeira necessidade é conhecer o sentido da vida sexual no plano de Deus. O sexo tem duas dimensões na vida conjugal: unitiva e procriativa. A dimensão unitiva significa que o sexo é um meio de unidade do casal. Mais do que nunca é no relacionamento sexual que eles se tornam “uma só carne” . O ato sexual, para o casal, é a mais intensa manifestação do seu amor; é a celebração do amor no nível afetivo e sensitivo. Portanto, não pode haver sexo sem profundo amor; ele só pode ser vivido no casamento, porque só no casamento existe um compromisso de vida para toda a vida e a responsabilidade de assumir as suas consequências, especialmente os filhos.

O que faz do sexo algo perigoso e desordenado é exatamente o seu uso fora de uma realidade de manifestação de amor. Se tirarmos o amor, o sexo se transforma em mera prostituição: sexo sem amor, sem compromisso. Aquele que usa da prostituta não tem responsabilidade sobre ela; não se importa se amanhã ela estará doente, desempregada, passando fome ou morrendo de AIDS. Ela foi apenas um instrumento de prazer, que foi alugado por alguns instantes. É o grande desvirtuamento de uma das realidades mais lindas criadas por Deus. Se ao criar todas as coisas, “Deus viu que tudo era bom” (cf. Gen 1,10), também o sexo, já que foi feito com a bela finalidade de gerar a vida e unir os esposos. Se ele fosse sujo, em si mesmo, a criança não poderia ser tão bela e inocente. Nossos filhos vieram ao mundo porque tivemos relações sexuais. Deus, na Sua sabedoria, quis assim; quis que, no auge da celebração do amor do casal, o filho fosse gerado, para que este não fosse apenas “carne da carne dos pais”, mas “amor do seu amor”. A Igreja sempre viu com olhos claros esta realidade. São Paulo, há vinte séculos, já dava orientação segura aos fiéis de Corinto sobre isso: "O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido.
A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence a seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois retornais um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa incontinência" (I Cor 7, 3-5).

Com essas orientações o apóstolo dos gentios mostra a legitimidade da vida sexual no casamento e até pede que os casais não se abstenham dela por muito tempo, dizendo: "Não vos recuseis um ao outro”. E pede que cada um “cumpra o seu dever” para com o outro. Como não ver nessas palavras do apóstolo um pedido aos cônjuges, para que satisfaçam as legítimas aspirações do outro? É claro que a luz a guiar este relacionamento há de ser sempre o amor e nunca o egoísmo.

Haverá épocas na vida do casal em que a relação sexual será impossível. Quando a esposa está grávida, já próximo de dar à luz, após o parto, quando passa por uma cirurgia, entre outros. Nessas ocasiões, e em muitas outras, por bom senso, mas também por caridade para com a esposa, o esposo há de respeitá-la.

O fato de o sexo ser legítimo no casamento,– e só no casamento –, não quer dizer que nele "vale tudo" como se diz. Não somos animais irracionais; aliás, nem os animais irracionais fazem estrepolias em termos de sexo. Ao contrário, são extremamente naturais. A moral católica se rege pela "lei natural", que Deus colocou no mundo e no coração do homem. Aquilo que não está de acordo com a natureza, não está de acordo com a moral. Será que, por exemplo, o sexo oral ou anal estão de acordo com a natureza? Certamente não.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos ensina o seguinte: "Os atos com os quais os cônjuges se unem íntima e castamente são honestos e dignos. Quando realizados de maneira verdadeiramente humana, testemunham e desenvolvem a mútua doação pela qual os esposos se enriquecem com o coração alegre e agradecido" (CIC, 2362; GS, 49). Tenho ouvido esposas que se queixam dos maridos que as obrigam a fazer o que elas não querem nem aceitam no ato sexual. Neste caso, será uma violência obrigá-las a isso. Aquilo que cada um aceita, dentro das características psicológicas de cada um, não sendo uma violência à lei natural, pode ser vivido com liberdade pelo casal.

É legítimo que o esposo prepare a esposa para que haja a harmonia sexual; isto é, ambos atingirem juntos o orgasmo. O esposo deve se guiar exatamente pela orientação da esposa, que saberá mostrar-lhe naturalmente o que ela precisa para chegar ao orgasmo com ele. Não é fácil, muitas vezes, o ajustamento sexual do casal; e, algumas vezes, precisa-se de anos para que ele aconteça. Também aí há de haver a paciência e a bondade de um para com o outro, para ajudá-lo a superar as suas dificuldades. Mas tudo se resolve se houver esses ingredientes.


(Trecho do livro "Família, santuário da vida" do professor Felipe Aquino).

Lançamento TYP VOX

Typ Vox. Esse é o primeiro CD da banda homônima, conhecida pelos trabalhos como backing vocal de conhecidos cantores da música católica, como o Pe. Fábio de Melo, que também participa desse álbum. Thiago, Joe e Filipi vêm nesse projeto inicial com uma mistura de ritmos. O CD tem uma "alma soul", um estilo black music e o ritmo dançante do pop. O CD possui 12 faixas, onde os intérpretes solam nas músicas e fazem um estilo "à capella" em todas as músicas do CD.


As músicas e as letras são de autoria do próprio trio, com exceção para a música "De lá do interior", de Pe. Zezinho.

O Pe. Fábio de Melo participa na canção "Alma de Adorador".  Cecília Militão canta na música "Viver para mim é Cristo". Além disso, o grupo elege a música "Ovelha em tuas mãos" como a canção que exprime o sentimento de entrega.

As canções do CD são:
  1. Vem Jesus
  2. Assim começa a festa
  3. Ovelha em tuas mãos
  4. De lá do interior
  5. Diferenças
  6. Viver para mim é Cristo (Participação de Cecília Militão)
  7. Sinais
  8. Amado de minh'alma
  9. Certeza de Vitória
  10. Alma de Adorador (Participação de Pe. Fábio de Melo)
  11. O que mais importa
  12. Virgem do sorriso
+ faixa interativa

Você pode adquirir o seu CD Typ Vox nas lojas Paulinas de todo o Brasil, ou pelo site http://www.paulinas.org.br/loja/DetalheProduto.aspx?idProduto=8816

O Idioma da Liturgia Romana

Rafael Vitola Brodbeck
“A Língua Latina é a língua própria da Igreja Romana.”[i]
A língua oficial para a celebração da Santa Missa e de todos os atos litúrgicos, no rito romano, em ambas as formas, tradicional (tridentina, extraordinária, pré-conciliar, de São Pio V e do Beato João XXIII) e moderna (renovada, ordinária, pós-conciliar, de Paulo VI e de João Paulo II), é o latim. “O Latim exprime de maneira palmar e sensível a unidade e a universalidade da Igreja.”[ii] O Concílio Vaticano II, ao contrário do que muitos pensam, não aboliu o uso do idioma latino, antes o incentivou. “Salvo o direito particular, seja conservado o uso da Língua Latina nos Ritos latinos.”[iii]
Já antes do Concílio, o Beato João XXIII, que o convocou, ensinara:
“Que o antigo uso da Língua Latina seja mantido, e onde houver caído quase em abandono, seja absolutamente restabelecido. – Ninguém por afã de novidade escreva contra o uso da Língua Latina nos sagrados ritos da Liturgia.”[iv]
O latim permanece idioma oficial do culto no rito romano, mesmo após a reforma empreendida por Paulo VI e João Paulo II, por ocasião do Vaticano II. O rito romano moderno, sobre o qual tratamos nesta obra, é celebrado, pois, em latim, sua língua própria. Não houve uma proibição do latim, mas sim a permissão para que a Missa seja oferecida em vernáculo, i.e., nas línguas nacionais dos vários países. Pode-se, além disso, dizer determinadas partes da Missa em latim e outras em vernáculo.
Portanto, a regra é que a Missa e os demais atos litúrgicos (Ofício, sacramentos, sacramentais), no rito romano em sua forma ordinária, deva ser celebrada em latim, permitindo-se que seja oferecida em vernáculo.
Não é outra a claríssima disposição da lei litúrgica:
“A Missa se celebre quer em língua latina ou quer noutra língua, contanto que se usem textos litúrgicos que têm sido aprovados, de acordo com as normas do direito. Excetuadas as Celebrações da Missa que, de acordo com as horas e os momentos, a autoridade eclesiástica estabelece que se façam na língua do povo, sempre e em qualquer lugar é lícito aos sacerdotes celebrar o santo Sacrifício em latim.”[v]
Todo clérigo, se assim o desejar, pode celebrar em latim mesmo no rito moderno. Tem ele o direito de assim proceder. E, mais do que direito, é sumamente conveniente que os párocos e reitores de igreja, ao menos uma vez por semana, celebrem em latim para o povo, sem descuidar, outrossim, das majestosas Missas cantadas – recomendadas pelos livros litúrgicos, pelos Papas, e pelos autores mais respeitados em liturgia. Também o Bispo cuide não só de promover o latim, como celebre seguidamente quer totalmente no idioma latino, quer intercalando cerimônias nessa língua em suas celebrações vernáculas. Principalmente a Missa pontifical seja, eventualmente, em latim.
A Missa em latim segundo a forma antiga, pré-conciliar, hoje é chamada, a partir do Motu Proprio Summorum Pontificum, de uso extraordinário do rito romano. Como dissemos, entretanto, não só essa é em latim, mas também a forma nova, o uso ordinário, o rito romano moderno.
Ao lado de tantas Missas no rito antigo que são celebradas mundo afora, e começam a ser popularizadas no Brasil – sobretudo a partir do excelente trabalho da Administração Apostólica São João Maria Vianney e seu Bispo, Dom Fernando Arêas Rifan, e também do Instituto Bom Pastor –, necessariamente em latim, será muito oportuno que também as Missas no rito novo sejam oferecidas no idioma latino. Com isso não se quer impedir a Missa em vernáculo, mas promover o latim.
Uma boa medida é que as igrejas e oratórios com mais de uma Missa no Domingo reservem uma delas, ao menos, para a celebração em latim – no rito moderno mesmo. Se houver quatro Missas, que duas delas sejam em latim: uma rezada, outra cantada. Além disso, algumas Missas durante a semana podem ser em latim, e Missas em festividades especiais também – solenes e cantadas, de preferência. Eventualmente, se houver procura dos fiéis ou interesse dos párocos e reitores de igreja, ofereça-se, junto da Missa em latim no rito moderno, a Missa em latim no rito tradicional.
Motivos para a preservação da língua própria do rito romano não faltam. Todavia, expor todos eles escaparia à razão deste livro. Cito, então, apenas o lapidar Magistério de Pio XII: “O uso da Língua Latina é um claro e nobre indício de unidade e um eficaz antídoto contra todas as corruptelas da pura doutrina.”[vi]
Pode-se, então, celebrar o rito romano moderno, pós-conciliar, em vernáculo (em uma ou mesmo em várias línguas distintas na mesma Missa, como acontece nas celebrações internacionais, um trecho em cada idioma), ou em latim. Sempre.
[i] Sua Santidade, o Papa São Pio X, Encíclica Inter Pastoralis Officii
[ii] Sua Santidade, o Papa João Paulo I, Discurso ao Clero Romano
[iii] Concílio Ecumênico Vaticano II. Constituição Sacrosanctum Concilium, 36, § 1[iv] Sua Santidade, o Papa Beato João XXIII. Encíclica Veterum Sapientia
[v] Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Instrução Redemptionis Sacramentum, 112
[vi] Sua Santidade, o Papa Pio XII. Encíclica Mediator Dei


fonte: Presbíteros http://www.presbiteros.com.br

domingo, 7 de março de 2010

Somos um casal católico, estamos casados há 10 anos e fazendo de nossa trajetória de vida um sopro do amor de Deus através da Música Católica!

Banda Canal da Graça - Clipe: Anjo Guardião

Música maravilhosa deste Ministério!!!